Mar ~ Marionetas | Festival Internacional de Marionetas de Espinho
Mar~Marionetas - Festival Internacional de Marionetas de Espinho 2025
O rapaz que morava à beira mar [ ESPETÁCULO ]
- Teatro e Marionetas de Mandrágora
- M/3 . 35mins . acesso gratuito
- acesso gratuito mediante ordem de chegada, levantamento prévio de bilhete e segundo a lotação do espaço
- Aqui temos de tudo um pouco, coisas grandes e pequenas, mas para vos poder contar acerca do que aqui trago temos de abrir os olhos, colocar os nossos ouvidos em estado de alerta, respirar bem fundo, e colocar o corpo atento, para podermos abrir a imaginação, porque aqui o que é, não é, mas o que não é, é!
Meninos e meninas, pequenos e crescidos vamos conhecer o rapaz que morava à beira-mar. - identidade e território, sentido de pertença, exploração dos patrimónios edificado e imaterial local
| 5 MAI 10h00 . SEGUNDA | Escola Básica de Paramos |
| 6 MAI 10h00 . TERÇA | Escola Básica de Paramos |
| 6 MAI 11h30 . TERÇA | Escola Básica de Paramos |
| 7 MAI 10h00 . QUARTA | Escola Básica de Silvalde |
| 7 MAI 11h30 . QUARTA | Escola Básica de Silvalde |
| 8 MAI 10h00 . QUINTA | Escola Básica de 1.º CEB n.º 2 de Espinho |
| 8 MAI 11h30 . QUINTA | Escola Básica de 1.º CEB n.º 2 de Espinho |
| 9 MAI 10h00 . SEXTA | Escola Básica de 1.º CEB n.º 2 de Espinho |
| 9 MAI 11h30 . SEXTA | Escola Básica de 1.º CEB n.º 2 de Espinho |
| 12 MAI 10h00 . SEGUNDA | Escola Básica de Anta |
| 12 MAI 11h30 . SEGUNDA | Escola Básica de Anta |
| 13 MAI 10h00 . TERÇA | Escola Básica de Anta |
| 13 MAI 11h30 . TERÇA | Escola Básica de Anta |
| 14 MAI 10h00 . QUARTA | Escola Básica de Guetim |
| 14 MAI 11h30 . QUARTA | Escola Básica de Guetim |
| 15 MAI 10h00 . QUINTA | Escola Básica Integrada Sá Couto |
| 15 MAI 11h30 . QUINTA | Escola Básica Integrada Sá Couto |
| 16 MAI 10h00 . SEXTA | Escola Básica Integrada Sá Couto |
| 16 MAI 11h30 . SEXTA | Escola Básica Integrada Sá Couto |
| 31 MAI 10h30 . SÁBADO | FACE / Museu Municipal de Espinho |
| 31 MAI 16h00 . SÁBADO | FACE / Museu Municipal de Espinho |
O rapaz que morava à beira mar
O poder de nos encantarmos com aquilo que nos rodeia, permite-nos pensar que muitas vezes se trata de inocência. É na simplicidade que reside a beleza das pequenas coisas.
Partimos à descoberta da personalidade desta pequena criança que mora à beira-mar, onde tudo o que cria nasce do nada, em tudo vê a beleza, deixando o poder da imaginação contagiar a sua forma de estar.
Mas nem tudo o que vem ter à praia são conchas e búzios. Quando o lixo se torna o quotidiano, não podemos deixar de ficar assustados. Esta é uma reflexão sobre aquilo que nos encanta, o som das ondas, o cheiro, a maresia e o observar da sua lenta perda, cabendo-nos uma ação que permita a reconstrução, tentando encontrar harmonia. Não podemos baixar os braços!
o que o festival tem a dizer
Com estreia nesta edição do Festival, esta criação foi pensada a partir do território envolvente da cidade de Espinho, na sua relação marítima, bem como na sua tradição industrial. São os olhos da infância que muitas vezes nos revelam a inocência e o deslumbramento perante as coisas simples. Num espetáculo onde várias técnicas convergem, o jogo da infância faz-se de forma simples, nesse processo tão criativo de ver coisas nascerem de ideias, personagens, sentimentos. Olhamos em volta e sentimos a pertença de um território que sabemos reconhecer, não somente na cidade, mas além dela, ou não fossemos um país voltado para o mar.
Teatro e Marionetas de Mandrágora
O Teatro e Marionetas de Mandrágora é uma companhia profissional de teatro de marionetas com direção artística de Clara Ribeiro e Filipa Mesquita e direção plástica de enVide neFelibata. A Companhia foi fundada a 2 de abril de 2002. Na simbiose de uma linguagem simbólica que conjuga o património e o legado tradicional com o pensamento e a dinâmica da sociedade contemporânea, num diálogo nem sempre pacífico surge um elemento fundamental, a marioneta. Este elemento apoia-nos na procura de uma identidade cultural própria.
O nosso objetivo é o de descobrir as potencialidades estéticas, plásticas, cénicas e dramáticas da marioneta em si mesma, como em relação com o ator e nessa descoberta explorar a dramaturgia que nos caracteriza: a de explorar a cultura, a crença e a lenda aliada à urbe, à exploração tecnológica e à velocidade da aldeia global. Ao longo do nosso percurso artístico têm sido diversas as propostas quer nos públicos; adulto, jovem, escolar e familiar; quer na formação de base ou especializada. Uma das nossas grandes apostas é a digressão nacional e internacional dos projetos. Descentralização, trabalho comunitário, criação em parceria e a valorização social e inclusiva são preocupações preponderantes no nosso quotidiano.
Ao longo destes 22 anos afirmámos a Companhia como uma estrutura de criação artística contemporânea através das dezenas de propostas de espetáculos apresentadas nacional e internacionalmente, quer sejam criações próprias, bem como em colaboração com outras estruturas e entidades culturais nacionais e internacionais.
Temos como premissa dar espaço à liberdade criativa da nossa equipa artística, garantindo a existência dentro da própria estrutura de várias linguagens e diversas visões que se unem num ponto comum do desenvolvimento da arte do teatro das marionetas. A ponderação sobre a problemática das fragilidades sociais e um olhar atento sobre tradições e sobre o património são as bases da dramaturgia da estrutura que se consolidam em olhares distintos, mas simultaneamente convergentes.
É fundamental o diálogo com os diferenciados públicos e a envolvência da criação nos distintos contextos e espaços, bem como a interceção entre entidades e estruturas, criando propostas multidisciplinares que visam sobretudo a comunicação artística com os públicos.
Salienta-se ainda a colaboração com inúmeros serviços educativos no programa de implementação de atividades em instituições como monumentos, museus e património edificado.
ficha artística
DIREÇÃO ARTÍSTICA E TEXTO Filipa MesquitaCONSULTADORIA Clara Ribeiro, Rúben Gomes
DIREÇÃO PLÁSTICA Migvel Tepes
INTERPRETAÇÃO Joaquim de Sousa
MARIONETAS E CENOGRAFIA Migvel Tepes
APOIO À CONSTRUÇÃO DA CENOGRAFIA Catarina Pontes
MÚSICA CÉNICA Hélder David Duarte
FIGURINOS Patrícia Costa
COSTUREIRA Alice Mendes
FOTOGRAFIA DE CENA Ana Filipa Rodrigues
DESIGN enVide neFelibata
PRODUÇÃO EXECUTIVA Hélder David Duarte
PRODUÇÃO Teatro e Marionetas de Mandrágora
APOIO República Portuguesa – Cultura / Direção-Geral das Artes, Município de Espinho/Câmara Municipal de Espinho, Município de Gondomar
links
- ei.marionetasmandragora.pt
- loja.marionetasmandragora.pt
- marionetasmandragora.pt
- facebook.com/marionetas.mandragora
- instagram.com/marionetas_mandragora
- youtube.com/@MarionetasMandragora
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